Queermuseu continua recebendo crianças, apesar da proibição

17/09/2018

Quando foi montada originalmente no Santander Cultural de Porto Alegre, a exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira” gerou uma polêmica nacional por mostrar obras que vilipendiavam símbolos cristãos além de sugerir práticas de zoofilia e, para alguns, de pedofilia. Acabou sendo cancelada após muitos protestos por causa do seu conteúdo.


Reaberta no Rio de Janeiro em 18 de agosto, o Queermuseu volta com 214 obras de 82 artistas, incluindo as que insultam símbolos religiosos. Contrariando a recomendação do Ministério Público continua a receber crianças como visitantes.

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O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que crianças não sejam expostas a conteúdo obsceno ou pornográfico, algo que fica bastante evidente a partir das imagens já divulgadas da exposição.

Em setembro do ano passado, dois procuradores de Justiça Criminal do Ministério Público do Rio Grande do Sul visitaram a mostra e divulgaram uma nota afirmando que a exposição “tinha o nítido propósito de erotizar o público alvo e induzi-lo a tolerar condutas como orgias, zoofilia e vilipêndio a símbolos religiosos”.

Briga judicial
O Queermuseu está em exibição na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Segundo a organização, a expectativa é que o público total que passe pelo local chegue a 37 mil pessoas.

Não foi divulgado quantas delas são menores de idade.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) havia recomendado ao curador da exposição, Gaudêncio Fidelis, e aos representantes da Escola do Parque Lage que afixassem em lugar visível a informação sobre a presença de obras com conteúdo de nudez e sexo, e a classificação indicativa atribuída pelo Ministério da Justiça para a mostra, que é de 14 anos de idade.

Na ocasião, o juiz estabeleceu multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento. Contudo, o desembargador Fernando Foch, da Terceira Câmara Cível, questionou a validade jurídica da proibição.

Dizendo que era necessário garantir a liberdade de manifestação artística “independente de censura ou licença”. Ressalta também que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não trata de disciplinar entrada ou permanência de menores de idade em exposições artísticas, derrubou a exigência.

Fabio Szwarcwald, diretor Escola de Artes Visuais do Parque Lage se defende: “O objetivo é exatamente mostrar que não há essa questão que foi colocada, de uma exposição de arte que incentiva a pedofilia, a zoofilia ou de ter feito vilipêndio religioso. É uma exposição para ser visitada pelas crianças para que elas tenham realmente uma percepção cultural e artística muito interessante sobre esse tema”.

O advogado Damien Guedes, que representa o Parque Lage, afirmou à imprensa que havia 12 processos contra a mostra, indo desde inquéritos criminais, civis e até um processo no Ministério da Justiça.

Este caso mostra, mais uma vez, que as leis no país não são respeitadas e que há um silêncio de cumplicidade da mídia quando atinge pautas caras aos movimentos de esquerda. Com informações de Veja e Gazeta do Povo

Governo de SP financia projetos com temática LGBT para crianças

17/09/2018

Dentre os 12 projetos aprovados no mais recente edital da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo para promoção das manifestações culturais com temática LGBT, chama atenção que alguns se destinam ao público infantil.


O edital foi aberto quando o governador ainda era Geraldo Alckmin (PSDB).

Cada um deles recebeu R$ 40 mil, num total de R$ 480 mil de dinheiro público investido para a promoção da ideologia de gênero. Conheça os projetos:

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Mais de 50% dos adolescentes trans tentam o suicídio
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Gatinho diferente
A peça ‘Gulliver, um Gigante Diferente’ fala de forma alegórica sobre um gatinho chamado Gulliver que não se “encaixa” nos padrões de seus pais.

O material de divulgação diz que seus pais desejavam um filho forte, valente e exímio caçador. Mas ele não come pássaros, peixes e ratos como os demais. Quando seu pai resolve investigar vê o filho deliciando-se com uma cenoura.


Com a descoberta, entra em cena um sacerdote que diz a Gulliver que é pecado comer cenouras. O gatinho é agredido na escola pelos amigos e acaba sendo levado ao Dr. Gatan para ser “curado”.

Os idealizadores de ‘Gulliver, um Gigante Diferente’, cujo público-alvo são crianças de seis a 13 anos, afirmam que a produção “tem como objetivo discutir a aceitação e respeito à diversidade sexual de maneira sutil e metafórica, porém com reflexões profundas da temática para crianças.”

Além das 8 apresentações no interior do estado, irão fazer quatro debates sobre literatura infanto-juvenil com temática LGBTIQ+. “As apresentações e os debates, gratuitos”, frisa o material de divulgação, “serão direcionadas principalmente para alunos e educadores da rede pública de ensino.”

“Conte para Todos”
O projeto de contação de histórias “Conte para Todos”, que visa um público formado por crianças de quatro a 11 anos, “pretende levar a diversas cidades histórias sensíveis e divertidas sobre a importância de todos os seres e a valorização da empatia, abordando temas como identidade de gênero, orientação sexual e a defesa dos direitos iguais.”

Entre as contações de histórias gratuitas destaque para “O Fado Padrinho, o Bruxo Afilhado e Outras Coisinhas Mais”, de Anna Claudia Ramos. O livro tem o objetivo de explicar diversidade para crianças.

A história é sobre Luar, um menino que deseja se tornar um “fado madrinho”, pois não se importa de ser fada madrinha é “coisa de menina”.

A obra “Ceci Tem Pipi?”, de Thierry Lenain, fala sobre dois tipos de pessoas: “Com-pipi” e as pessoas “Sem-pipi”. O protagonista Max acaba conhecendo sua nova coleguinha de escola, Ceci. “Ela gosta de fazer tudo o que meninos fazem. O garoto começa a se perguntar se a Ceci é dos Com-pipi, assim como ele”, diz o resumo do livro infantil.

LGBT para adolescentes
Visando falar sobre temática de LGBTs para um público a partir dos 12 anos, é apresentado o projeto ‘Laetus Vitae – Sobrevivendo às expectativas’. A montagem do espetáculo teatral quer acabar com os preconceitos sobre a sexualidade na terceira idade.

A peça ‘Entrega para Jezebel’, classificação etária para 14 anos, com seus produtores aborda “o protagonismo e a representatividade dentro do guarda-chuva T (trans, travestis e transexuais), pois a peça foi desenvolvida para a atuação de uma atriz trans, transexual ou travesti.”

Por fim, “Charlotte” é um espetáculo para público com idades entre 12 e 19 anos. Inspirado na HQ francesa ‘O Enterro das Minhas Ex’, de Anne-Charlotte Gauthier. Trata-se da história de Charlotte, uma lésbica que passa a relembrar seus relacionamentos com outras mulheres.

“Homens de Deus precisam fazer parte da vida política”, incentiva pastor

17/09/2018

“A maioria de nós está decepcionada com a classe política brasileira. A corrupção ganhou proporção endêmica e sistêmica”, diz Hernandes Dias Lopes em suas redes sociais. “Parece-nos que todos os três poderes foram fermentados pelo levedo da corrupção”, comenta.


Segundo o reverendo, é por isso que dizem que “uma pessoa honesta não entra em política” ou “todo político é corrupto”. “Será que essa é a melhor postura que deveríamos ter?”, questiona.

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“Por isso que a coisa é séria”
“É a arte de bem governar. Se entendermos que pessoas íntegras não devem entrar na política, será ocupada então por aqueles que são maus: os corruptos, avarentos, os que querem dinheiro apenas pra si e não pra servir ao povo”, justifica.

Parafraseando Martin Luther King: “O que mais me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

“Nós precisamos entender que homens de Deus precisam fazer parte da vida política e influenciar o seu meio”, comenta e cita José do Egito, que governou um grande império e salvou o mundo de uma crise de fome.

Políticos dos tempos bíblicos
“Você tem também o Daniel, que influenciou a política da Babilônia e também do império medo-persa”, citou.

Depois falou do “governador Neemias” que restaurou Jerusalém. “No caos, precisamos de pessoas que tenham vida irrepreensível”, disse.

“O político é um servo de Deus e um diácono do povo. É aquele que foi eleito pelo povo para servir o povo e não para ‘se servir’ do povo”, finaliza.

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